O que os médicos não dizem sobre o anticoncepcional

Publicado em 09/08/2016

      

      Estou estarrecido com a falta de critério médico para a prescrição de anticoncepcionais. O número de mulheres que fazem uso dos anticoncepcionais para evitar uma gravidez, ou para algum tipo de tratamento é muito elevado. Não quero estabelecer nesta reflexão elementos técnicos ou estatísticos sobre esta realidade na clínica médica para as mulheres. Apenas trago minha preocupação em torno dos procedimentos.

        A prescrição indiscriminada de anticoncepcionais acontece desde a adolescência, quando as meninas iniciam seu ciclo menstrual e logo começam os sintomas decorrentes desta nova etapa de vida. As principais queixas são as espinhas e o ciclo menstrual irregular. A fórmula mágica é o anticoncepcional. Lembro-me de uma adolescente de 14 anos que estava muito feliz por que seu médico tinha solucionado o problema de espinhas, entusiasmada chegou a me mostrar uma foto de quando estava com o rosto cheio de acnes, e por causa dos resultados, colocava seu médico nas nuvens. Até que a alertei que este procedimento deveria ter muito critério, e perguntei a ela se o médico havia pedido algum exame, feito um levantamento histórico do perfil das mulheres na sua família sobre antecedentes cardiovasculares. Ela me disse: - “ Que nada, fui ao posto de saúde e a consulta foi super rápida. Até ganhei o anticoncepcional”.


No mês de agosto 2016 um caso de trombose com uma jovem do interior de São Paulo foi motivo de ampla divulgação na mídia nacional. A universitária Luciana Bardella da cidade de Botucatu, publicou em um post no facebook a narrativa do seu drama. O relato foi compartilhado mais de 20 mil vezes e recebeu mais de 80 mil curtidas e comentários. De fato, casos como este são mais comuns do que muitos imaginam. Hoje as mulheres sofrem deste procedimento indiscriminado e tornam-se escravas das condutas unilaterais para suas demandas sexuais.

      O que  me deixa estarrecido é a postura da maioria dos profissionais médicos, quando atendem na demanda pública ou até em consultório particular. Na hora de prescreverem o anticoncepcional, tudo parece que vai ser uma maravilha. Mas depois, com o passar dos anos, diante dos efeitos colaterais que são múltiplos e principalmente do risco de vida ser alto, falam com todas as letras que “o anticoncepcional pode, sim, ser responsável pelo problema...”, conforme relatou uma médica em matéria realizada pelo jornal A Gazeta de 04 de agosto de 2016.

      Precisamos ver acontecer uma medicina preventiva, principalmente para as mulheres, que ainda são as mais espoliadas pelas múltiplas intervenções na qual são vítimas. Estamos num tempo de bebermos o fel amargo dos sintomas de saúde que afetam amplamente o público feminino, principalmente os decorrentes da anticoncepção. Dentro desta cultura machista que resiste em persistir, quem ainda “paga o pato” são as mulheres.

       Mas existe alternativa às mulheres para que consigam caminhos diferenciados principalmente para o campo do Planejamento Familiar?

       
        Sim, há! Conheço uma mulher que há 25 anos convivo com ela diariamente. É minha esposa, que escolheu não usar o anticoncepcional, e quando era adolescente, sua mãe Dona Celina, a levara no ginecologista e o mesmo prescrevera o anticoncepcional. Ela jogou o anticoncepcional na cara do médico e disse: -“Usa esta droga o senhor...”. Imagine esta cena há aproximadamente 35 anos . Para saber como a Maria Celina conseguiu, é só entrar em contato com ela (logo abaixo deixo os dados para contato). Cuidado e muita atenção ao que os médicos não dizem sobre os anticoncepcionais, pode valer a sua vida ou a de quem você ama.



Contato:
Nome: Maria Celina Toledo Martins
Telefone: (27) 99902-6942
E-mail: celinatdm@hotmail.com
Facebook: Celina Martins



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